Bitcoin ultrapassa US$ 73 mil e pressão vendedora 'perdeu força'
Nesta sexta-feira, 13, o bitcoin se encaminha para um encerramento de semana útil "no verde", ultrapassando a cotação de US$ 73 mil. Segundo especialistas, a pressão vendedora na maior criptomoeda do mundo pode ter perdido força, embora ainda acumule queda de mais de 40% desde a sua máxima histórica de US$ 126 mil em outubro do ano passado.
No momento, o bitcoin é cotado a US$ 73.463, com alta de 1% nas últimas 24 horas, segundo dados do CoinMarketCap. Nos últimos sete dias, a criptomoeda acumula alta de 6,8%.
O Índice de Medo e Ganância, utilizado para medir o sentimento do mercado cripto, ainda sinaliza "medo extremo" em 15 pontos.
"Mesmo diante do aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio, do fortalecimento do dólar e da alta nos preços do petróleo, o bitcoin conseguiu superar os US$ 73 mil. O fato da criptomoeda ter registrado cinco candles verdes consecutivos e se manter acima da média móvel exponencial de 200 semanas (EMA) sugere que o mercado começa a enxergar o ativo com uma estrutura mais sólida, mesmo em períodos de grande incerteza global", disse Guilherme Prado, country manager da Bitget no Brasil.
"Outro sinal relevante é a demanda institucional. Os ETFs registraram entradas líquidas superiores a US$ 500 milhões nesta semana, indicando que investidores institucionais continuam acumulando Bitcoin apesar da volatilidade no cenário macroeconômico. Se o BTC conseguir fechar a semana sustentando o nível da EMA de 200 semanas como suporte, o mercado pode ganhar impulso para testar a próxima resistência psicológica importante, na região dos US$ 75 mil", acrescentou.
Análise técnica do bitcoin
"Do ponto de vista técnico, o RSI semanal, atualmente em 34, mostra um movimento de recuperação a partir da região de sobrevenda e começa a apontar para cima, indicando que a pressão vendedora pode estar perdendo força. Caso esse movimento continue, o indicador pode sinalizar espaço para uma extensão da recuperação nas próximas semanas, especialmente se o cenário macro não se deteriorar", disse Guilherme Prado, da Bitget.
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