Conheça o novo cargo que empresas estão criando por causa da IA
A inteligência artificial deixou de ser apenas uma ferramenta experimental e passou a ocupar espaço nas operações de empresas de diferentes setores.
Com isso, um novo movimento começa a ganhar força no mercado: a criação de cargos específicos voltados à gestão e supervisão do uso de IA dentro das organizações.
Entre as funções que mais cresceram nos últimos meses está a de especialista em IA generativa, profissional responsável por orientar equipes, estruturar fluxos de trabalho com ferramentas inteligentes e garantir que a tecnologia seja utilizada de forma eficiente e segura.
Em algumas empresas, o cargo também aparece com nomes como gestor de IA, líder de automação inteligente ou AI Operations Manager.
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O que esse profissional faz na prática
A principal função desse novo cargo é conectar tecnologia e operação. Na rotina, o profissional pode testar ferramentas, definir quais áreas podem automatizar tarefas e criar diretrizes de uso para equipes.
Em empresas de marketing, por exemplo, esse profissional ajuda a estruturar fluxos para criação de conteúdo com IA. Já em áreas administrativas, pode implementar ferramentas para automatizar relatórios, organizar documentos ou otimizar atendimento interno.
Outra responsabilidade importante é avaliar riscos. Como ferramentas de IA podem gerar respostas imprecisas ou utilizar dados sensíveis de forma inadequada, empresas passaram a buscar profissionais capazes de supervisionar o uso da tecnologia e orientar boas práticas dentro das equipes.
O crescimento da demanda
O surgimento desses cargos acompanha uma mudança no próprio mercado de trabalho. Em vez de substituir completamente profissionais, muitas empresas passaram a procurar pessoas que saibam integrar IA às atividades já existentes.
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Na prática, isso significa que profissionais de áreas como comunicação, recursos humanos, finanças, tecnologia e operações começaram a incorporar habilidades ligadas à inteligência artificial em suas rotinas.
Saber escrever bons comandos, interpretar respostas e validar informações passou a ser visto como diferencial competitivo. Muitas empresas procuram profissionais capazes de traduzir necessidades de negócio para ferramentas inteligentes.
Por isso, conhecimento técnico deixou de ser o único critério. Habilidades como pensamento estratégico, comunicação clara e capacidade analítica ganharam espaço, especialmente em funções que envolvem treinamento de equipes ou adaptação de processos internos.
A criação desses cargos mostra que a inteligência artificial começou a sair do campo experimental e entrar definitivamente na estrutura corporativa.
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Em vez de depender apenas de testes isolados, empresas passaram a criar profissionais responsáveis por organizar, supervisionar e integrar o uso da tecnologia no dia a dia.
Com a expansão da IA em diferentes áreas, a tendência é que funções híbridas, que combinam tecnologia, estratégia e operação, se tornem cada vez mais comuns no mercado de trabalho.
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