Criada por 2 pais, Agatha de ‘Avenida Brasil’ chora com carta para mãe morta há 20 anos

Por Valéria Abreu 9 de Maio de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Criada por 2 pais, Agatha de ‘Avenida Brasil’ chora com carta para mãe morta há 20 anos

Quem não se lembra da pequena Agatha, a filha constantemente humilhada por Carminha (Adriana Esteves) no fenômeno Avenida Brasil? Quatorze anos após a estreia da novela, a atriz Karol Lannes voltou a emocionar o público, mas desta vez na vida real. Em um vídeo publicado nesta sexta-feira, 8 de maio de 2026, Karol compartilhou a leitura de uma carta íntima escrita para sua mãe, Liane da Silva, que faleceu quando a atriz tinha apenas 5 anos.

“Lágrimas de Amor” e espiritualidade

Karol, que hoje tem 25 anos, revelou que encontrou a carta enquanto organizava pertences de viagem. Criada pelo tio, Fábio Lopes, e pelo ex-marido dele, João Paulo Afonso, a atriz detalhou como lida com a ausência da figura materna há duas décadas.

No texto, Karol afirma que “escuta” a mãe no coração e sente sua proteção em momentos críticos. “Só eu sei quantas vezes você colocou a mão e salvou minha vida”, declarou.

Diferente do que muitos pensam, Karol explicou que a saudade aperta mais nos momentos alegres. “Não é quando estou triste ou quero colo, é quando estou muito feliz com família e amigos. Sempre penso que gostaria de dividir essa felicidade com ela.”

Sucesso no streaming e orgulho da carreira

Na carta, Karol faz um “balanço” de sua trajetória para a mãe, citando marcos que Liane não pôde presenciar. Ela celebrou sua primeira série na Netflix e relembrou o impacto de Avenida Brasil. “Acho que você ia odiar me ver sofrendo na mão da Carminha, mas ia amar saber o quanto meu trabalho impactou a vida de milhares de meninas”, pontuou.

A atriz mencionou a admiração por Paulo Gustavo, afirmando que a mãe provavelmente se identificaria com a icônica Dona Hermínia.

Karol revelou que seu nome artístico é uma homenagem à avó, que a chamava de “Karolina”, mas assinou a carta como “Aninha”, seu nome de batismo.

O impacto do luto e a força da arte

A atriz, que é assumidamente da comunidade LGBTQIA+ e voz ativa sobre aceitação corporal, encerrou a leitura reforçando que o luto a tornou mais forte. “A arte cura e eu sei disso porque ela me cura todos os dias. A dor e a saudade não são maiores que o amor e a gratidão”, concluiu, entre lágrimas.

Um post compartilhado por Karol Lannes (@karollannes_)

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