Dado Dolabella vira réu em processo após acidente de trânsito e fuga da polícia
O nome de Dado Dolabella voltou ao centro das atenções após o surgimento de um novo desdobramento judicial envolvendo um acidente de trânsito ocorrido em dezembro de 2025. De acordo com informações reveladas pela coluna de Fábia Oliveira, o ator passou a responder formalmente como réu em uma ação movida no início deste mês. O caso envolve não apenas questões cíveis, mas também possíveis implicações na esfera criminal, ampliando a gravidade da situação.
A ação foi proposta por Jurandir João de Brito, que também incluiu a empresa Localiza Rent a Car no processo. Segundo o relato, o veículo conduzido por Dado Dolabella, pertencente à locadora, teria colidido de forma repentina com o carro do motorista de aplicativo. O episódio teria ocorrido no momento em que o ator deixava o drive-thru de uma lanchonete em alta velocidade, o que, de acordo com o autor da ação, foi determinante para o impacto.
Na versão apresentada por Jurandir João de Brito, o comportamento do ator após a colisão agravou ainda mais a situação. Ele afirma que Dado Dolabella teria demonstrado atitude hostil, recusando qualquer tentativa de conversa e deixando o local antes da chegada das autoridades. O motorista relata ter enfrentado prejuízos significativos, incluindo o pagamento da franquia do seguro e a impossibilidade de trabalhar temporariamente, já que o carro era sua principal ferramenta de renda. Além disso, ele sustenta que precisou contrair dívidas durante esse período, aumentando o impacto financeiro do incidente.
Acusações, indenização e investigação policial
O processo também inclui alegações de que Dado Dolabella teria apresentado uma versão diferente do ocorrido em suas redes sociais. Segundo Jurandir João de Brito, o ator tentou transferir a responsabilidade pelo acidente e ainda o acusou de comportamento inadequado, como gritar e assustar sua filha, que estaria no veículo. O motorista nega essas afirmações e reforça que as evidências, como fotos e a dinâmica do acidente, sustentam sua narrativa. Na ação, ele solicita cerca de R$ 54,5 mil por danos morais, materiais e lucros cessantes, valor que deverá ser dividido entre os réus.
Além disso, o autor pede que a lanchonete envolvida forneça imagens de segurança que possam esclarecer o ocorrido e indica uma funcionária do local como testemunha. Paralelamente, uma investigação foi aberta na 17ª DP do Ipiranga para apurar a possível fuga do local do acidente, o que pode trazer novos desdobramentos ao caso nos próximos meses.
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