Declarações de astro do futebol espanhol reacendem teoria da conspiração
Um post inocente do jogador Marcos Llorente, do Atlético de Madrid, nas redes sociais relembrou uma das teorias da conspiração mais famosas das últimas décadas: a de que aqueles rastros no céu deixados por aviões são um plano secreto para espalhar químicos no ar.
Teoria não é de hoje
A ideia não é nova, mas sempre rende barulho. Controle climático, manipulação da população, experimentos secretos. O pacote completo da conspiração.
Do ponto de vista científico, essa história não se sustenta. O que aparece no céu são apenas trilhas de condensação, formadas quando o vapor de água dos motores encontra temperaturas muito baixas em grandes altitudes. Nada além disso.
Mas, refletindo a curiosidade do dia a dia, Marcos Llorente publicou em suas redes sociais questionando os rastros de condensação no céu: "Quando você os vê se movendo assim, se pergunta se há algo mais por trás deles."
Marcos Llorente no Instagram (Reprodução / Instagram)
E o que está por trás da teoria?
E até a própria CIA tem a dizer sobre essa história de "rastros químicos". No auge da Guerra Fria, os Estados Unidos financiaram projetos como o STORMFURY, que tentou enfraquecer furacões semeando nuvens com iodeto de prata, e a Operação Popeye, que visava prolongar a chuva sobre as rotas inimigas no Vietnã. Esses registros mostram que essas iniciativas eram experimentos militares específicos, e não de um plano secreto oculto.
E, segundo o jornal Marca, da Espanha, a EPA (Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos) afirmou que não existem evidências que indiquem a existência de um programa secreto para o controle do clima ou da população. Em resumo, não há indícios de que aviões estejam liberando substâncias químicas tóxicas no ar.
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