Drica Moraes relembra luta contra leucemia e revela: ‘Era o transplante ou a morte’

Por Marcela 31 de Março de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Drica Moraes relembra luta contra leucemia e revela: ‘Era o transplante ou a morte’

A atriz Drica Moraes emocionou o público ao detalhar sua batalha contra a leucemia em uma entrevista reveladora ao programa Provoca exibido nesta semana na TV Cultura. Durante o bate-papo, a artista refletiu sobre como a proximidade com a finitude mudou sua perspectiva de vida, trazendo mais assertividade e clareza para suas escolhas pessoais e profissionais.

Para Drica, sobreviver a um diagnóstico tão grave trouxe uma espécie de filtro natural para o cotidiano. A atriz explicou que, após o tratamento, parou de perder tempo com situações desgastantes ou que não agregam valor à sua jornada.

“Quando a gente não morre, a vida fica uma beleza. Porque a gente ganha uma lente, uma sagacidade para discernir o que presta, o que não presta. Você não perde um minuto na lama. Você não fica mais patinando na lama”, afirmou a veterana.

Essa nova fase trouxe uma praticidade quase instintiva: “Parece que eu sei mais rápido, assertivamente, o que me faz bem e o que me faz mal. Pessoas, trabalhos, situações. Então, a coisa da escolha fica menos perdida. Será? Será? É ou não é. É mais rápido”, disse Drica.

O drama da recidiva e a busca pelo doador compatível

Um dos momentos mais tensos do relato foi quando Drica Moraes relembrou a rapidez com que a doença retornou logo após o primeiro tratamento. O diagnóstico de recidiva impôs uma contagem regressiva drástica para a sua sobrevivência.

“Ah, eu vivia tremendo. Desde que eu tive a leucemia até… Aí eu fiquei boa e, depois, quando eu voltei para casa, em dois dias, veio no pescoço. Então, eu tive uma recidiva muito rápida e, em dois meses, era ou o transplante ou a morte”, relembrou emocionada.

A raridade do doador “10 para 10”

A atriz também destacou a sorte e a raridade de encontrar um doador compatível fora de seu círculo familiar. Mesmo com seis irmãos, nenhum deles possuía a compatibilidade necessária para o procedimento.

“Eu tive a sorte de ter um doador 10 para 10 em fatores hematológicos, porque é raro coincidir isso. Muito raro. Eu tenho seis irmãos, nenhum era compatível. Um desconhecido era 10 para 10”, pontuou a atriz, reforçando a importância da doação de medula óssea.

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