Ela deixou a advocacia corporativa e construiu uma joalheria de sete dígitos por ano

Por Da Redação 24 de Fevereiro de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Ela deixou a advocacia corporativa e construiu uma joalheria de sete dígitos por ano

Hannah Florman trocou a carreira como advogada corporativa por um negócio próprio no setor de joias finas personalizadas.

Fundadora da Hannah Florman Fine Jewelry, em Boston, a empreendedora afirma que a empresa registrou vendas na casa de sete dígitos em 2025, segundo documentos analisados pela CNBC Make It.

Especializada em anéis de noivado e joias sob medida, a operação combina tíquete elevado, controle de estrutura e terceirização estratégica.

A trajetória revela decisões típicas de finanças corporativas aplicadas a um negócio criativo. Clareza sobre posicionamento, definição de orçamento mínimo por cliente, estrutura enxuta e foco em margens sustentáveis. As informações foram retiradas de CNBC Make It.

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Da pressão corporativa à redefinição de carreira

Florman, 36 anos, formou-se em ciência política pela Tulane University em 2011 e obteve o título de Juris Doctor pela Northeastern Law School em 2015.

Iniciou a carreira em um escritório de advocacia corporativa, mas afirma que não se adaptou ao ambiente de “alta intensidade e alta pressão”.

Segundo ela, muitos advogados se energizam com esse nível de estresse, mas para ela o efeito foi o oposto. Após o casamento, em 2016, reduziu a carga horária para meio período com o objetivo de explorar novas possibilidades profissionais.

Identificação de lacuna e investimento em qualificação

A decisão de migrar para o setor de joias surgiu após perceber uma lacuna no mercado local. Ao tentar reformar peças de família, Florman disse ter dificuldade em encontrar um joalheiro com quem se identificasse em Boston.

Ela deixou definitivamente o escritório ainda em 2016 e passou seis meses estudando no Gemological Institute of America. Em setembro de 2017, lançou oficialmente a própria marca, focada em joias finas personalizadas e anéis de noivado.

Conexões familiares no setor de relógios de alto padrão ajudaram na construção inicial de relacionamento com fornecedores e negociantes de diamantes.

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Modelo operacional com foco em eficiência

Nos primeiros anos, Florman trabalhou sozinha. Em 2022, contratou o primeiro funcionário em tempo integral. Atualmente, conta com três colaboradores fixos, incluindo gerente de oficina, responsável por redes sociais e outra designer de joias. O showroom funciona em um prédio histórico na Newbury Street, em Boston.

Uma das decisões estratégicas mais relevantes foi reconhecer que a fabricação manual não era seu ponto forte. Ela optou por terceirizar a produção para uma oficina local. Segundo Florman, a principal lição foi identificar seus pontos fortes e concentrar esforços neles, terceirizando o restante.

Essa divisão reduz custos fixos estruturais e permite flexibilidade operacional, característica importante para negócios de alto valor agregado.

Estrutura de receita e posicionamento de preço

O processo com clientes começa com uma ligação inicial. Em seguida, são apresentados esboços de design e, no caso de anéis de noivado, cinco ou seis opções de diamantes. Após aprovação, o projeto é transformado em modelo digital 3D e então enviado para produção. O ciclo completo leva de seis a oito semanas.

Anéis de noivado representam cerca de 50% das encomendas anuais. A empresa estabelece orçamento mínimo de US$ 7.500 para joias finas personalizadas e US$ 15.000 para joias de noivado sob medida.

A definição de valor mínimo funciona como filtro estratégico, alinhando expectativa de qualidade, posicionamento de marca e sustentabilidade financeira. Segundo Florman, uma meta pessoal ao iniciar o negócio era pagar a si mesma, em até cinco anos, o mesmo salário que recebia como advogada. Ela afirma que já atingiu esse objetivo, o que reforçou sua percepção de que a decisão foi financeiramente acertada.

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