‘Escolha o voo certo’: essa empresa de investimentos encontrou talentos fora do radar tradicional
A primeira vez que Caio Scaramuzzi pisou no Rio de Janeiro foi para uma entrevista de emprego. Paulista, formado em Relações Internacionais pela USP, ele planejava ser diplomata.
Em vez disso, tornou-se sócio de um dos fundos de ações mais respeitados do país — a Radar. A ponte entre esses dois mundos foi construída em um único dia.
Em 2016, ainda no início da carreira, Scaramuzzi participou da Conferência de Carreira do Na Prática. Em quatro horas, conversou com cerca de 20 empresas e uma delas era a Radar. Dez anos depois, ele fala do outro lado da mesa: como sócio e contratante.
A trajetória ajuda a responder uma pergunta central para o mercado corporativo: por que vale a pena estar em um evento que concentra centenas de jovens talentos em um único lugar?
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De candidato a sócio
Scaramuzzi entrou no mercado financeiro quase por acaso. Depois de um estágio no JP Morgan, em meio à crise macroeconômica brasileira iniciada em 2014, descobriu que gostava da dinâmica de investimentos.
Mas foi na conferência que teve contato com empresas que dificilmente conheceria pelos canais tradicionais.
A Radar, fundo de ações carioca fundado em 2013 e que hoje administra cerca de R$7 bilhões em ativos, não é uma casa midiática. “Tem uma cultura de nem ser low profile, é no profile”, resume.
A visibilidade, portanto, não vinha da exposição pública — mas do contato direto. Foi ali que aconteceu o match.
Produtividade e curadoria: o ganho invisível
Do ponto de vista do jovem profissional, a experiência exigia objetividade. Cada participante precisava condensar sua trajetória em um pitch de dois minutos diante de diversos RHs.
Mas, para as empresas, o ganho era ainda mais estratégico. “Você não tem só a curadoria dos candidatos, você tem a curadoria das empresas”, afirma.
O inverso também é verdadeiro: as companhias passam a ter acesso a talentos previamente filtrados por outra organização. Para empresas que disputam os mesmos perfis em universidades tradicionais, esse filtro externo pode significar diversidade geográfica, acadêmica e comportamental.
Rompendo o viés do recrutamento tradicional
Ao longo de uma década na Radar, Scaramuzzi passou a enxergar a conferência sob a lente do empregador.
Processos seletivos costumam seguir rituais previsíveis — anúncios nas mesmas faculdades, networking restrito aos mesmos círculos, indicações internas. O resultado, muitas vezes, é a repetição de um perfil padrão.
“Se você não percebe, acaba seguindo um ritual que te leva ao mesmo tipo de candidato sempre”, diz.
Eventos com curadoria externa quebram esse ciclo. Na edição em que participou, havia jovens de diferentes estados — de Recife ao interior de São Paulo. Para uma empresa localizada no eixo Rio–São Paulo, alcançar esse público de forma independente seria complexo e custoso.
Estar presente em um ambiente assim significa ampliar o pipeline sem multiplicar exponencialmente o investimento de tempo do time.
Eficiência para além do RH
Outro ponto levantado por Scaramuzzi é operacional. Processos de contratação não envolvem apenas o RH — gestores e sócios também dedicam horas à triagem, entrevistas e avaliações.
Concentrar dezenas de conversas qualificadas em um único dia gera celeridade, permite comparar candidatos em tempo real, ajustar expectativas e antecipar decisões.
Em vez de semanas de entrevistas fragmentadas, o contato inicial acontece de forma intensiva e estratégica.
Formação desde o início
Na Radar, a filosofia é formar profissionais “desde o berço”. Contratar estagiários, moldar cultura, manter baixo turnover. Esse modelo exige olhar atento para talentos ainda em construção.
Para empresas com essa mentalidade, a conferência funciona como uma vitrine concentrada de jovens com alto potencial — muitos dispostos, como ele próprio fez, a mudar de cidade e apostar em uma trajetória de longo prazo.
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“É zero trivial conhecer esses candidatos fora desse ambiente”, afirma.
Escolher o voo certo
Ao decidir sair de São Paulo e recomeçar no Rio, Scaramuzzi ouviu um conselho que guarda até hoje: escolha o voo certo; o assento você ajusta depois.
A metáfora serve também para empresas. Escolher o “voo” significa investir nos ambientes certos para encontrar gente boa antes que o mercado os absorva e abrir espaço para talentos fora do circuito óbvio.
Dez anos depois, ele reencontra, como colegas ou investidores, pessoas que conheceu naquele mesmo salão. O mercado é pequeno — e conexões feitas cedo tendem a reverberar.
Para organizações que buscam talentos com sede de aprender, capacidade analítica e disposição para crescer junto com a cultura da empresa, a lógica é voltada para ampliar o radar é, muitas vezes, o melhor investimento.
E, como mostra a história do hoje sócio da Radar, um único dia pode redefinir uma década.
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