Essa é a habilidade que separa executivos influentes de executivos apenas presentes na sala

Por Gabriella Uota 22 de Maio de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Essa é a habilidade que separa executivos influentes de executivos apenas presentes na sala

Durante muito tempo, a carreira executiva foi construída sobre domínio técnico, capacidade de liderança e entrega de resultado. Diretores de marketing, operações, tecnologia, comercial ou RH podiam chegar ao topo sendo excelentes em suas áreas — e deixando a leitura financeira mais sofisticada para o CFO.

Esse tempo ficou para trás. Nas empresas que discutem expansão, captação, fusões, aquisições, eficiência de capital e reforma tributária, a conversa estratégica passa cada vez mais pelos números que definem valor, risco, retorno e futuro —- não aqueles da planilha operacional.

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É nesse ponto que o mercado começou a separar dois perfis de executivos: os que participam da reunião e os que realmente influenciam a decisão.

A nova senioridade passa por finanças corporativas

O executivo mais disputado hoje não é necessariamente aquele que veio da área financeira. É aquele que consegue conectar sua área ao impacto financeiro do negócio.

Um diretor de marketing que defende orçamento sem falar de retorno perde força. Um líder de tecnologia que propõe investimento sem discutir eficiência de capital fica limitado.

Um dono de empresa que cresceu aprendendo na prática pode travar quando a conversa passa para valuation, estrutura societária ou captação.

A provocação é simples: você pode ser sênior na sua área, mas é sênior em finanças também?

Foi para responder a essa lacuna que a Saint Paul criou o FECC One-Day Edition — Finanças Estratégicas para Executivos, C-Levels e Conselheiros.

Em um único dia, executivos, empresários e conselheiros que não vieram de finanças mergulham nos temas que hoje sustentam as decisões de alto impacto: finanças corporativas, mercado financeiro, captação de recursos, valuation, M&A, geração de valor e reforma tributária.

A proposta não é formar financistas. É preparar líderes para decidir com mais autoridade quando a conversa deixa de ser apenas estratégia e passa a envolver capital.

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