EUA oferecem recompensa de US$ 10 milhões por prisão dos chefes de cartel
O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira, 26, recompensas milionárias por informações que levem à prisão de René Arzate-García e Alfonso Arzate-García, apontados como líderes do Cartel de Sinaloa, no México.
Segundo comunicado do Departamento de Estado dos Estados Unidos, os valores serão pagos por informações que resultem na captura ou condenação dos suspeitos.
A Drug Enforcement Administration (DEA), agência federal de combate às drogas, afirma que René e Alfonso Arzate-García controlam a região de Tijuana para o cartel há cerca de 15 anos. De acordo com a nota oficial, eles mantêm influência por meio de "violência, alianças estratégicas e profunda influência local, incluindo corrupção política e policial".
Guerra ao tráfico
O governo americano sustenta que os irmãos dominam uma área considerada estratégica para o tráfico internacional de drogas, incluindo o envio de fentanil aos Estados Unidos.
Durante o governo do presidente Donald Trump, o fentanil foi classificado como arma de destruição em massa, e o Cartel de Sinaloa foi designado como Organização Terrorista Estrangeira no contexto das políticas de combate ao narcotráfico. A designação ampliou instrumentos legais e financeiros utilizados contra integrantes do grupo.
Os irmãos Arzate-García também estão sob sanções do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos por envolvimento no comércio internacional de drogas ilícitas. Eles são considerados foragidos há mais de dez anos, desde que foram denunciados na Califórnia por crimes ligados ao tráfico de entorpecentes.
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