Guarulhos teve 47 milhões de passageiros em 2025 e lidera ranking de aeroportos na AL

Por Luiz Anversa 7 de Maio de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Guarulhos teve 47 milhões de passageiros em 2025 e lidera ranking de aeroportos na AL

O Conselho Internacional de Aeroportos da América Latina e Caribe (ACI-LAC) divulgou dados preliminares sobre os aeroportos mais movimentados da região em 2025. O estudo aponta um fluxo superior a 790 milhões de passageiros na região. O volume representa crescimento de 3,8% em relação ao ano anterior e confirma a retomada consistente do setor aéreo.

O Aeroporto Internacional de Guarulhos lidera o ranking, com mais de 47,1 milhões de passageiros movimentados. Em seguida aparecem o Aeroporto El Dorado (em Bogotá), com cerca de 45,4 milhões, e o Aeroporto Internacional da Cidade do México, que registrou 44,6 milhões no período.

Outro destaque foi o Aeroporto Internacional do Galeão, que apresentou crescimento de 23,5% e alcançou a marca de 17,9 milhões de passageiros em 2025.

Tráfego da região

O tráfego internacional nos principais terminais da região somou 134 milhões de passageiros, alta de 3,69% em comparação com o ano anterior. Entre os aeroportos com maior avanço nesse segmento estão o Aeroporto Internacional de Tocumén (Panamá) e o próprio Guarulhos, impulsionados pelo aumento da conectividade entre países.

No transporte de cargas, o volume total ultrapassou 3,8 milhões de toneladas, com leve crescimento em relação a 2024. O Aeroporto Internacional El Dorado segue como o principal hub de cargas da região, enquanto o Aeroporto Internacional Jorge Chávez (Peru) registrou o crescimento mais expressivo.

Já o número de movimentos de aeronaves superou 2,2 milhões ao longo do ano. El Dorado voltou a registrar o maior volume, e Tocumén se destacou pelo ritmo mais acelerado de crescimento.

Os dados reforçam o papel estratégico dos principais aeroportos da América Latina e do Caribe, que seguem impulsionando a conectividade regional, o turismo e o desenvolvimento econômico.

Aéreas cortaram mais de 2 milhões de passagens após alta do combustível

O bloqueio efetivo do Estreito de Ormuz, rota marítima pela qual cerca de 20% do petróleo mundial é transportado, provocou ondas de choque globais.

O querosene de aviação, utilizado como combustível para aeronaves, não é exceção. Com um avanço de uma média de US$ 85-90 antes da crise a uma média de US$ 150 a 200 por barril com Ormuz fechado, as companhias aéreas por todo o mundo se preparam para um período de incertezas, cortes de custos e redução de atividades, já que apenas o combustível representa até um quarto de todos os gastos da indústria,segundo a CNN.

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