‘Guerreiros do Sol’: Isadora Cruz descreve experiência sobrenatural e desabafa: ‘Absurdo’
Isadora Cruz, protagonista de ‘Guerreiros do Sol‘ faz desabafo sobre as experiências sobrenaturais que enfrentou durante as gravações da trama, que substitui o ‘BBB 26‘ na grade da Rede Globo.
Gravações da trama
Gravada há 3 anos, a atriz recorda dos episódios tensos que fizeram parte das gravações. A história é baseada em fatos reais e representa uma releitura dos autores sobre a vida de Lampião e Maria Bonita, ambientada no sertão nordestino entre as décadas de 1920 e 1930.
Para a revista Quem, a artista conta que visitar os locais onde as histórias aconteceram, como a Grota do Angico, em Sergipe, foi importante para que ela se conectasse com a personagem. “Foi ali que realmente entendi a responsabilidade que tinha em representar a Maria Bonita através da Rosa”, disse sobre sua visita ao local. “A gente foi passar cinco dias no sertão. Os dias eram tão intensos que parecem muito mais”, recorda sobre o mergulho, que os envolvidos na novela, tiveram com o sertão.
“Estava todo mundo muito envolvido de corpo e alma. Eram cenas muito densas, muito reais. E contar uma história real tem um peso muito grande. Você está representando pessoas que realmente existiram. Existe uma responsabilidade e uma verdade que têm que ser acessadas dentro da gente para essa história ser contada da melhor forma”, compartilhou sobre sua experiência e a entrega de todo elenco nesse projeto.
Experiência sobrenatural
A intérprete de Rosa conta que, com a intensidade da história e das gravações, ela enfrentou experiências sobrenaturais nos bastidores. Isadora recordou de uma viagem à gruta, que mudou o clima das gravações: “Ficou todo mundo calado, em silêncio. Era uma energia muito pesada”, declarou. Em seguida, ela é informada por um guia turístico, sobre os massacres ocorridos no local: “Eu estava chorando sem parar”.
Com uma forte ligação a espiritualidade, Isadora conta que conduziu uma prece. “Eu sentia a necessidade de pedir licença para aqueles espíritos, porque 100 anos, na espiritualidade, não é nada. Parecia que ainda havia presenças ali com a gente. Pedi permissão para a gente entrar nesse universo, representar essas pessoas e honrar essas histórias”.
Logo, Marco França, ator deu vida à Fabiano Sanfoneiro, começou a tocar a sanfona, que levou inesperadamente para o local da gravação: “Ele entrou meio que em um transe. Chamava um tal de ‘neném’ e começou a cantar uma incelências”, disse se referindo aos cantos tradicionais da região.
Ela finaliza dizendo que: “Quando eu perguntei que música era aquela, ele disse que queria tocar outra, mas os dedos foram para outro lugar. Ele nem sabia explicar. A gente sentiu como se aquelas almas estivessem pedindo essa libertação. Foi um início muito forte. A gente estava muito conectado, tinha intuições, sonhos, sentimentos. Foi como se a gente tivesse sido abraçado por esse sertão”, completou, ainda surpresa com os acontecimentos do dia.
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