HYPE: BTG disponibiliza criptomoeda que disparou 53% em 2026
A Mynt, plataforma cripto do BTG Pactual, disponibilizou nesta quinta-feira, 30, uma nova criptomoeda aos seus investidores. HYPE, da rede Hyperliquid, ganhou rápido destaque no setor, avançando para se tornar a décima maior do mundo em valor de mercado.
Trazendo inovações e integração com o mercado tradicional em sua plataforma, a Hyperliquid teria “furado a bolha” do nicho de cripto, segundo especialistas da Mynt.
Apenas desde o início de 2026, a criptomoeda nativa da rede, HYPE, disparou 53%, segundo dados do CoinMarketCap. No mesmo período, o bitcoin acumula queda de 17%.
O que é Hyperliquid?
“A Hyperliquid é uma plataforma de negociação on-chain construída especificamente para trading”, explicou Matheus Parizotto, analista-chefe de research da Mynt, à EXAME.
“Diferente de blockchains generalistas, ela foi desenhada para oferecer velocidade, liquidez e livro de ordens totalmente on-chain, entregando usabilidade próxima das grandes corretoras centralizadas, mas com a transparência e a autocustódia que o investidor cripto valoriza”, acrescentou.
Parizotto explicou ainda que a relevância do projeto vem do fato dele ter ultrapassado o nicho de entusiastas das criptomoedas. Com rápido crescimento, a HYPE se tornou a 10ª maior criptomoeda do mundo, com quase US$ 10 bilhões em valor de mercado.
Por que a Hyperliquid disparou?
Um dos diferenciais da rede Hyperliquid está na integração com o mercado tradicional, apontou Parizotto:
“Hoje, além de derivativos de bitcoin e outras criptomoedas, a Hyperliquid também oferece exposição a ações, índices e commodities, operando 24 horas por dia. Isso ampliou sua base de usuários e ajudou a plataforma a atingir mais de US$ 4 trilhões em volume acumulado e mais de US$ 1 bilhão em receita, números que a colocam entre os projetos mais relevantes do setor”.
Benefícios da HYPE para o investidor
À EXAME, Matheus Parizotto explicou os motivos por trás da decisão por disponibilizar HYPE na Mynt, plataforma cripto do BTG Pactual:
“Para o investidor, a tese em HYPE está justamente nessa conexão entre crescimento da plataforma e valorização do token. Cerca de 97% da receita é direcionada para recompras de HYPE no mercado, criando um mecanismo claro de captura de valor”, disse.
O analista ainda revelou que, na prática, “quem compra o token está se expondo a uma plataforma que gera receita real e que transforma esse crescimento operacional em demanda pelo próprio ativo”.
Por isso, na visão de Parizotto, HYPE se destaca como uma “tese para quem busca exposição a um projeto com produto consolidado, expansão para novos mercados e um modelo econômico muito mais claro do que a média do setor”.
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