Na Copa do Mundo, Raphinha tenta encerrar jejum que já atravessa duas eras
A Seleção Brasileira ainda aguarda o retorno de Neymar, mas a responsabilidade ofensiva na Copa do Mundo tem recaído sobre outros nomes.
Entre eles está Raphinha, que chega ao duelo contra o Haiti com a confiança da comissão técnica, mas também pressionado por uma estatística incômoda: a falta de gols.
Jejum atravessa duas comissões técnicas
O atacante do Barcelona atravessa o maior período sem marcar pela seleção desde que se consolidou no grupo principal. Sua última comemoração aconteceu em março de 2025, quando balançou as redes na vitória sobre a Colômbia pelas Eliminatórias Sul-Americanas.
Desde então, o cenário mudou completamente. Dorival Júnior deixou o comando da equipe, Carlo Ancelotti assumiu o cargo e Raphinha ainda não conseguiu marcar sob a nova gestão. O atacante já disputou sete partidas com o treinador italiano sem voltar a balançar as redes.
Ancelotti reforça confiança no atacante
Apesar dos números, o técnico não demonstra preocupação. Na véspera do confronto válido pela segunda rodada do Mundial, Ancelotti fez questão de defender o jogador e destacou sua importância para o sistema ofensivo brasileiro.
Para o treinador, a principal qualidade de Raphinha é a capacidade de atuar em diferentes posições no ataque. Ao longo da carreira, o camisa 11 acumulou passagens pelos dois lados do campo e também exerceu funções mais centralizadas, ampliando as opções da equipe.
Haiti pode representar ponto de virada
Depois de uma atuação discreta na estreia, Raphinha terá uma nova oportunidade para recuperar protagonismo.
Diante do Haiti, o atacante busca não apenas ajudar o Brasil a encaminhar a classificação para a próxima fase, mas também encerrar um jejum que já dura mais de um ano e atravessou duas eras diferentes na Seleção Brasileira.
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