Os cinco estados com o diesel mais caro do Brasil; preços disparam até 37% no país
Entre 28 de fevereiro e 19 de março, o preço do diesel S10 registrou alta em diversos estados brasileiros, com aumentos expressivos tanto em valor absoluto quanto em termos percentuais, segundo dados da TruckPag, empresa especializada em gestão de frotas.
O Tocantins liderou o ranking, com alta de 37,14%, seguido por Santa Catarina (29,97%), Goiás (29,24%), Mato Grosso do Sul (28,26%) e Piauí (28,06%). Na sequência aparecem Paraná (27,97%), São Paulo (27,48%), Minas Gerais (26,46%), Bahia (26,40%) e Maranhão (25,94%).
Outros estados também registraram aumentos relevantes, como Pará (25,23%), Rio Grande do Sul (23,23%), Pernambuco (22,77%), Mato Grosso (22,14%) e Ceará (21,03%). Sergipe teve alta de 19,21%, enquanto Rio de Janeiro (18,77%), Espírito Santo (18,04%), Rondônia (18,04%) e Distrito Federal (17,95%) aparecem na parte intermediária da lista.
Entre os menores aumentos percentuais estão Alagoas (17,92%), Rio Grande do Norte (17,18%) e Paraíba (14,62%).
Em termos absolutos, os maiores aumentos no preço por litro foram registrados no Tocantins (+R$ 2,16), Goiás (+R$ 1,71), Piauí (+R$ 1,67), Mato Grosso do Sul (+R$ 1,66) e Santa Catarina (+R$ 1,66), evidenciando uma alta disseminada no custo do combustível em todo o país.
Diesel no Brasil
Os preços dos combustíveis avançaram pela terceira semana seguida no Brasil, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O levantamento semanal aponta aumento nos valores da gasolina e do diesel nos postos em todo o território nacional.
O preço médio da gasolina passou de R$ 6,46 para R$ 6,65, o que representa uma alta de 2,94% na semana encerrada amanhã. No mesmo período, o diesel registrou variação mais acentuada, com o valor médio subindo de R$ 6,80 para R$ 7,26, equivalente a 6,76%.
A ANP ampliou o monitoramento de estoques e importações diante da possibilidade de prolongamento da guerra no Oriente Médio. A medida busca acompanhar o nível de abastecimento e antecipar eventuais impactos no mercado interno de combustíveis.
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