Quem o Brasil pega no mata-mata da Copa do Mundo? Veja como está o Grupo F
O Brasil terminou a fase de grupos da Copa do Mundo de 2026 na liderança do Grupo C e já sabe o caminho no mata-mata: vai enfrentar o segundo colocado do Grupo F na segunda-feira, 29, às 14h, no horário de Brasília, no NRG Stadium, em Houston, pela inédita fase de 16 avos de final.
O adversário ainda não está definido — sai do confronto decisivo desta quinta-feira, 25.
Quem são os possíveis adversários do Brasil no mata-mata?
O Grupo F é formado por quatro seleções: Holanda, Japão, Suécia e Tunísia.
Como o Brasil terminou em primeiro no Grupo C, vai pegar quem ficar em segundo lugar nessa chave. Pela classificação atual, os candidatos a cruzar com a seleção brasileira são Holanda, Japão ou Suécia.
Segundo projeções da Opta Analytics, o adversário mais provável do Brasil é o Japão, que tem cerca de 55% de chance de terminar em segundo no Grupo F.
Quando é a última rodada do Grupo F?
A rodada decisiva acontece nesta quinta-feira, 25, às 20h, no horário de Brasília, com dois jogos simultâneos:
É só depois desses dois resultados que o adversário do Brasil será conhecido. Quem terminar em segundo no Grupo F viaja para Houston encarar a seleção de Carlo Ancelotti.
Por que o Brasil enfrenta justamente o Grupo F?
O cruzamento entre os grupos C e F é definido previamente pelo chaveamento da Copa.
Pela tabela, o vencedor do Grupo C — caso do Brasil — enfrenta o segundo colocado do Grupo F.
Já o vencedor do Grupo F encara o segundo colocado do Grupo C, que foi o Marrocos, em Monterrey, no México, na mesma data.
Que horas é o jogo do Brasil no mata-mata?
O jogo da seleção brasileira na fase de 32 avos de final será na segunda-feira, 29, às 14h, no horário de Brasília, em Houston, nos Estados Unidos.
É a primeira partida eliminatória do Brasil na Copa — a partir dela, qualquer derrota elimina.
Quais seleções do Grupo F nunca foram campeãs?
Nenhuma das quatro seleções do Grupo F já venceu uma Copa do Mundo. A Holanda é a que chegou mais perto, com três finais perdidas (1974, 1978 e 2010).
Japão e Suécia nunca passaram das semifinais — a melhor campanha sueca foi o vice em 1958, em casa. A Tunísia nunca havia avançado da fase de grupos em participações anteriores.
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