Sabina Simonato expõe caso grave e se revolta ao vivo: ‘Quantas mais vão morrer?’
Âncora do ‘Bom Dia São Paulo’, jornal da TV Globo, Sabina Simonato demonstrou profunda indignação ao noticiar um caso de feminicídio ocorrido nesta quarta-feira (25). O crime aconteceu no Golden Square Shopping, em São Bernardo do Campo, onde a jornalista descreveu a cena como uma ‘carnificina’.
O agressor, identificado como Cássio Zampieri, invadiu uma joalheria armado com faca e uma réplica de airsoft, fazendo sua ex-companheira de refém. Mesmo com uma medida protetiva em vigor, a vítima de 22 anos foi golpeada no pescoço e não resistiu. Cássio foi preso em flagrante.
Visivelmente emocionada, Sabina questionou o aumento da violência contra a mulher no Brasil durante o telejornal: “Quantas mulheres mais vão morrer, vão ser mutiladas, assassinadas para que isso freie?”.
As medidas estão sendo eficazes?
Em seguida, a jornalista destacou o recorde de feminicídios no Brasil desde 2015 e questionou a ineficácia das medidas protetivas. “De que serve a medida protetiva? De que serve o boletim de ocorrência?”, questionou. E seguiu: “A gente está diante de uma carnificina, uma chacina de feminicídios”.
Por fim, durante o ao vivo, Sabina ressaltou também o impacto coletivo da violência, ressaltando que o crime aconteceu em um lugar de grande circulação de pessoas. “Que sociedade é essa que está matando mulheres? Uma família destroçada. Imagina a mãe dessa menina, 22 anos, um futuro todo pela frente…”, completou.
Leia mais: Ministério da Justiça toma atitude radical contra o ‘Mais Você’; veja
Outro caso: Âncora da Band, Adriana Araújo expõe denúncia grave
Durante o Jornal da Band, a âncora Adriana Araújo revelou que o desembargador Magid Nauef Láuar, do TJMG, está sendo investigado pelo CNJ por denúncias de abuso. A revelação surge após Láuar ser o relator da absolvição de um homem de 35 anos acusado de abusar de uma menina de 12 anos.
Ao final da reportagem, Adriana Araújo se posicionou de forma contundente. “Na sexta-feira (20), eu disse aqui que o desembargador Magid Lawar deveria ir para o banco dos réus se novas vítimas desse estuprador surgissem. E aí, para espanto de todos nós, surgem denúncias de abuso contra o próprio magistrado. Uma denúncia espontânea que partiu do sobrinho dele e não é a única. A justiça não pode e dessa vez não vai ficar surda de novo, porque milhões de pessoas se indignaram”, declarou a âncora.
Nenhum comentário disponível no momento.
Comentários
Deixe seu comentário abaixo: