Filho de Elis Regina abre o jogo e acusa ex-padrasto de abandono: ‘Jogado no lixo’
João Marcello Bôscoli, filho mais velho de Elis Regina, abriu o coração e expôs o ex-padrasto, César Camargo Mariano, afirmando ter sido abandonado por ele, quando a mãe morreu.
Discussão
O desabafo de João Marcello veio após o ex-padrasto se pronunciar sobre a remasterização do álbum “Elis“. João Marcello trabalha como produtor musical é foi o artista responsável pela remasterização e remixação do álbum de 1973, e, na época de lançamento da releitura da obra, César Camargo chegou a dizer que trabalho como arranjador do álbum original foi “jogado no lixo”.
“Você decidir vir a público, num momento de lançamento, e fazer isso, causar o que causou nos filhos e nos netos, eu acho lamentável. Causar esse tipo de celeuma pública é muita irresponsabilidade, esse show público fingindo que é discreto, é ruim para tudo, para a família, para os negócios, para si”, respondeu Bôscoli, em entrevista dada para o ‘Prosa no Fino’.
Abandono
O produtor musical esclarece que não se arrepende do projeto, já que seus irmãos Pedro Mariano e Maria Rita o apoiaram nessa remasterização. “A gente é muito fã da Elis e apaixonado, e a gente quer o melhor, se a gente errar, o que é possível, a gente errou tentando fazer o melhor”.
Ele aproveitou para comentar sobre o abandono que ele sofreu de César, logo após o falecimento da cantora. “O César precisa lembrar que eu não sou mais o garoto que ele esqueceu com 11 anos na casa da mãe dos filhos dele. Eu não sou mais aquela criança que ele abandonou. Se eu fosse ele, eu ficaria mais quieto”.
Ao relembrar desse momento delicado em sua vida, ele admite que “poupou muito” o ex-padrasto: “Eu fui uma criança que foi abandonada em casa depois da morte da mãe. Quando ele foi buscar os filhos dele, eu não estava em casa. Eu perdi minha mãe numa terça-feira e perdi minha família inteira na quinta, porque ele foi buscar os filhos sem eu estar em casa”.
Resposta de César
César Camargo Mariano não ficou quieto e rapidamente respondeu a acusação com uma nota, que está fixada em seu perfil. O ex-padrasto conta que não a guarda do primogênito, e que ele teria ficado sob os cuidados de Rogerio, seu tio e irmão de Elis. “Mas o mais importante: João adorava Rogerio e manifestou total agrado nesta decisão, que então respeitei mais aliviado”, começou a dizer em seu pronunciamento.
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