Impressionante! Como está a brasileira bilionária que perdeu tudo nos anos 1970

Por Everton Henrique 9 de Março de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Impressionante! Como está a brasileira bilionária que perdeu tudo nos anos 1970

Enquanto muitos bilionários brasileiros costumam aparecer frequentemente na mídia, a trajetória de Lucia Borges Maggi segue um caminho oposto. Aos mais de 90 anos, ela mantém uma rotina discreta em Rondonópolis, mesmo sendo considerada a mulher mais rica do Brasil. De acordo com o ranking da Forbes, a empresária possui uma fortuna estimada em cerca de US$ 6,9 bilhões, o equivalente a aproximadamente R$ 32 bilhões. A fundadora do Grupo Amaggi ocupa a sétima posição entre os maiores bilionários do país e lidera a lista feminina, superando nomes conhecidos do setor empresarial, como Luiza Trajano.

A história da empresária começou muito longe do universo das grandes fortunas. Nascida em 1933, no interior do Rio Grande do Sul, Lucia cresceu em uma rotina típica do campo, dividindo o tempo entre a escola e o trabalho doméstico. Entre as tarefas diárias estavam atividades como cuidar do gado, recolher ovos, cortar cana e ajudar na manutenção da propriedade da família. Em 1952, ela se casou com André Maggi, que se tornaria seu parceiro de vida e de negócios. Na época, o casal possuía poucos recursos financeiros, mas compartilhava o objetivo de prosperar por meio do trabalho no campo.

Recomeço no campo e nascimento de um império

A trajetória da família sofreu um duro golpe na década de 1970, quando uma enchente destruiu praticamente tudo o que haviam construído até então. Em vez de desistir, Lucia e André Maggi decidiram recomeçar do zero no interior de Mato Grosso, já na casa dos 50 anos. A partir dessa mudança surgiu um novo projeto empresarial que, inicialmente, funcionava de maneira simples, dentro da própria casa da família. Foi desse esforço que nasceu o Grupo Amaggi, empresa que começou com operações modestas e se transformou em uma das maiores produtoras e exportadoras de soja do mundo.

Após a morte de André Maggi, em 2001, Lucia Borges Maggi assumiu a posição de principal acionista do grupo, enquanto o filho Blairo Maggi passou a liderar a empresa. Com o passar dos anos, o conglomerado ampliou suas atividades para áreas como logística, comercialização de grãos e geração de energia. Atualmente, as operações da companhia se estendem por vários países, incluindo Holanda, Argentina e China. Apesar da fortuna bilionária e do alcance global dos negócios, Lucia continua mantendo um estilo de vida reservado, característica que se tornou uma de suas marcas pessoais, segundo dados divulgados pela Forbes.

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