MRV responde tudo que você queria saber sobre o 'apê' da Samira no BBB
Samira não ganhou apenas uma prova no BBB 26. Ganhou um apartamento — e, com ele, veio uma fala que virou slogan para a MRV. “O aluguel é um fantasma”, disse a participante ao vencer o prêmio.
Pelo segundo ano consecutivo, a incorporadora dos Menin patrocina provas e ativações no reality — desta vez, colocando a casa própria no centro do jogo.
Ao longo da temporada, a proposta inicial era distribuir dez apartamentos, avaliados em cerca de R$ 270 mil cada. Um investimento para associar a marca diretamente ao principal desejo do grande público, que assiste ao BBB: sair do aluguel.
Para conquistar o imóvel, o participante precisa avançar em uma jornada: vencer a liderança, ativar ações da marca — como a festa do líder — e chegar ao Top 10. Foi esse caminho que levou Samira ao prêmio.
Outros nomes também aparecem nessa lista, como Leandro “Boneco” e Solange Couto, contemplados em dinâmicas ao longo da edição. Já participantes como Alberto Cowboy e Maxiane chegaram a vencer provas, mas não levaram o apartamento por não avançarem até a fase exigida.
“Ficamos com um saldo de apartamentos e chamamos a Globo para redesenhar a estratégia no meio do programa. Como houve lideranças repetidas, vimos a oportunidade de capturar mais emoção — porque, quando o mesmo participante ganha várias vezes, isso acaba esfriando. Criamos então entregas adicionais: o Boneco ganhou um apartamento, a Solange Couto recebeu um bônus e decidimos que os três finalistas também vão levar um imóvel”, explicou Aléxia Duffles, CMO da MRV, à EXAME.
O modelo combina desempenho nas provas, permanência no jogo e decisões estratégicas ao longo da edição. Por trás da mecânica está uma tese de marketing. Duffles chama de “ROI do arrepio” o efeito gerado quando histórias reais — como a de Samira — passam a traduzir o impacto do produto.
“É algo que nenhuma planilha substitui. Quando a pessoa fala que se livrou do aluguel, isso move quem está assistindo”, afirma a executiva. A lógica é ampliar o alcance da marca para além do público que já está buscando um imóvel.
Hoje, segundo a empresa, um em cada 100 brasileiros mora em unidades construídas pela MRV. O desafio, agora, é transformar escala em percepção. “É fazer a marca ser falada pelas pessoas, e não pela própria marca”, diz.
Os apartamentos são entregues por meio de uma carta de crédito, com valor de referência de R$ 270 mil, que pode ser usada em empreendimentos da companhia em diferentes cidades do país.
À EXAME, a CMO da MRV responde as principais dúvidas dos internautas.
Como o prêmio é entregue?
O imóvel não é entregue diretamente. O participante recebe uma carta de crédito, com valor de referência de R$ 270 mil, mencionada durante o programa.
O vencedor pode escolher qualquer imóvel?
Sim. O ganhador pode escolher qualquer unidade dentro do portfólio da MRV, seja um apartamento na planta ou já pronto para morar. Caso o valor ultrapasse a carta, a empresa pode avaliar a complementação com recursos próprios.
Quais são os tamanhos dos apartamentos?
As unidades seguem o padrão da companhia: geralmente dois quartos, com sala integrada à cozinha, distribuídos em 40 metros quadrados. O que varia é a planta, o acabamento e a estrutura do condomínio.
Onde ficam os imóveis? Dá para escolher a cidade?
Sim. O participante pode escolher a cidade onde deseja morar, desde que a MRV tenha empreendimentos no local. Durante o programa, a empresa apresentou cerca de 30 lançamentos em diferentes regiões.
Como foi definida a distribuição dos prêmios?
A estratégia previa a entrega de dez apartamentos ao longo da edição. A dinâmica foi desenhada com a Globo para manter a competitividade: não basta vencer provas — é preciso avançar no jogo, chegar ao Top 10 e ativar ações específicas dentro do programa.
Na prática, o prêmio imobiliário combina sorte, desempenho e permanência no reality.
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