Paraná Pesquisas: Vilela com 41,2% e Perillo com 23,3% em 1º turno por GO
O governador Daniel Vilela (MDB) lidera a disputa pelo governo de Goiás com folga. Os dados são do levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta segunda-feira, 18.
Em um dos cenários estimulados de primeiro turno, Vilela aparece com 41,2% das intenções de voto. Em segundo lugar, o ex-deputado federal Marconi Perillo (PSDB) registra 23,3%. O senador Wilder Morais (PL) tem 10,3%, e a deputada federal Adriana Accorsi (PT), 9,2%.
A sindicalista Cíntia Dias (PSOL) aparece com 2,2% das intenções de voto neste cenário. O vereador Telêmaco Brandão (Novo) fecha a lista com 0,5%. Votos brancos e nulos chegam a 8%, e aqueles que não souberam ou não quiseram responder representam 5,3% dos entrevistados.
Os índices dos pré-candidatos permanecem parecidos nos dois cenários propostos pela pesquisa. No segundo cenário de primeiro turno sugerido, Luís Cesar Bueno (PT) aparece com 3,9%.
Na pergunta espontânea, quando os entrevistados puderam citar qualquer nome para a disputa, Daniel Vilela também ficou na frente, com 13,2%. Perillo aparece com 4,4%. Wilder Morais aparece com 2,7%.
O ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), que saiu do Palácio das Esmeraldas para concorrer ao Palácio do Planalto, também foi citado por 4,4% dos eleitores.
O levantamento não simulou cenários de segundo turno.
Rejeição e avaliação
A pesquisa analisou a rejeição dos pré-candidatos, medida pelo índice de eleitores que conhecem e não votariam de maneira alguma. Quem lidera esta lista é Marconi Perillo, com 36,1%.
Adriana Accorsi aparece atrás, com 18,8%. Wilder Morais tem 13,6% de rejeição. Daniel Vilela tem 13,4%. Cíntia Dias tem 8,6%. Luís Cesar Bueno tem 7,9%. Telemaco Brandão aparece com 7,6%.
Ao todo, 12,2% do eleitorado poderiam votar em todos os candidatos, e 10,8% não souberam ou não quiseram responder.
Sobre o atual mandato de Vilela, 73% do eleitorado goiano aprova a gestão, enquanto 18,7% desaprova.
Na questão qualitativa, 51,8% dos entrevistados avaliam como ótima ou boa. Outros 32,8% acham regular e 10,1% ruim ou péssimo.
O instituto ouviu 1350 cidadãos entre os dias 15 e 17 de maio. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. O estudo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código GO-02070/2026.
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