A polêmica da convocação para a Copa 2026 revela o maior desafio das empresas ao contratar
O anúncio da lista de convocados para a Copa do Mundo 2026 paralisaram o país, cada torcedor assumiu o papel de treinador, contestando nomes e sugerindo substituições.
Entre as principais polêmicas, surge o questionamento comum: por que aquele artilheiro que brilha no clube ficou de fora, enquanto um jogador considerado criticado pela opinião pública garantiu sua vaga?
A resposta para esse enigma está no fato de que um técnico de seleção não busca reunir os 26 indivíduos mais talentosos do ponto de vista isolado. O objetivo central é a construção de uma engrenagem coletiva funcional.
Longe dos gramados, esse cenário reflete exatamente o principal desafio enfrentado diariamente pelos departamentos de recrutamento e lideranças no ambiente corporativo.
Hard skills vs. soft skills no gramado e no escritório
A avaliação de um candidato se divide entre hard skills (competências técnicas) e soft skills (habilidades comportamentais, como inteligência emocional e comunicação). No futebol, a lógica é a mesma..
Saber chutar, executar um passe ou apresentar um excelente preparo físico são as competências técnicas do atleta. No entanto, a capacidade de suportar a pressão de um estádio lotado, manter a resiliência após sofrer um gol ou exercer liderança para unir o grupo nos momentos de crise representam as habilidades comportamentais.
A história do futebol e do mercado corporativo acumula exemplos de projetos que fracassaram mesmo com orçamentos milionários e estrelas no elenco. Um profissional com o currículo acadêmico mais brilhante da área pode se tornar um desafio de forma negativa se não souber trabalhar em equipe.
O conceito de fit cultural e o estilo de jogo
Outro ponto de conexão entre o esporte e a gestão de pessoas é o chamado fit cultural, que corresponde ao alinhamento entre os valores de um profissional e a cultura da empresa.
Um meio-campista pode ser o camisa 10 ideal no esquema tático de uma liga europeia específica, mas se o modelo de jogo da seleção exige um rápido recuo defensivo e transição longa (momento em que uma equipe recupera a posse de bola e se reorganiza antes do ataque), esse mesmo atleta corre o risco de não render o esperado. O desempenho não diminuiu, mas o contexto mudou.
Nas organizações, o erro ao contratar alguém desalinhado com a cultura corporativa cobra um preço elevado. Profissionais que preferem ambientes altamente previsíveis tendem a sofrer em startups de crescimento acelerado. Da mesma forma, perfis revolucionários podem se frustrar em corporações tradicionais e burocráticas.
A insistência no erro de contratação resulta em baixa produtividade e em alta rotatividade de funcionários, gerando custos financeiros e de tempo para a empresa.
Escalando o time ideal
Se para um técnico de futebol — que tem os dados e os olhos do mundo inteiro ajudando — já é difícil selecionar os nomes certos para buscar o título, imagine para os gestores e profissionais de RH, que precisam encontrar os talentos certos para fazer a empresa crescer em um mercado cada vez mais competitivo, dinâmico e exigente.
A boa notícia é que você não precisa montar a sua seleção às cegas ou depender apenas do acaso. Se a sua empresa quer atrair profissionais de alto desempenho, que tenham o fit cultural certo e as competências necessárias para vestir a camisa do seu negócio, o lugar ideal para encontrá-los já está definido.
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