Partido diz que María Corina deve retornar à Venezuela 'nos próximos dias'

Por institucional 29 de Março de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Partido diz que María Corina deve retornar à Venezuela 'nos próximos dias'

A oposicionista María Corina Machado deve retornar à Venezuela “nos próximos dias”, segundo informou neste sábado seu partido, o Vente Venezuela (VV), sem detalhar a data exata. A líder deixou o país em dezembro do ano passado para receber o prêmio Nobel da Paz.

“Vamos nos organizar porque na Venezuela uma mudança está por vir, vamos nos organizar para a chegada de María Corina Machado, que deve estar no país em breve”, afirmou Henry Alviárez, coordenador nacional de organização do partido, durante a reabertura de ‘El Bejucal’, sede da sigla em Caracas.

Alviárez convocou militantes e apoiadores a se prepararem para a chegada da oposicionista. “María Corina chegará à Venezuela nos próximos dias, ela mesma anunciará, e virá para exercer plenamente seus direitos de cidadã”, disse, sem informar uma data específica.

O dirigente também classificou como “urgente” a convocação de eleições, citando uma “falta absoluta” na presidência, atualmente ocupada de forma interina por Delcy Rodríguez, após a captura de Nicolás Maduro em uma operação militar dos Estados Unidos.

Segundo ele, há condições políticas para reorganizar as instituições e realizar eleições ainda este ano, com a participação de todos os partidos. “Temos que nos abrir para todos, que todos concorram e que nos reencontremos depois em um reconhecimento, respeitando a vontade da maioria dos cidadãos”, acrescentou.

No início de março, Alviárez já havia indicado que Machado deve percorrer o país após o retorno, embora sem datas definidas. A própria líder afirmou, em vídeo nas redes sociais, que voltaria à Venezuela “em poucas semanas” . Posteriormente, durante visita a Santiago, no Chile, reiterou a intenção de regressar “em breve”, condicionando o movimento a uma articulação com aliados .

Machado está fora da Venezuela desde dezembro, quando deixou o país para receber o Nobel da Paz, após passar cerca de um ano escondida para evitar prisão sob acusações das autoridades locais.

*Com informações da agência EFE

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