Por que a inteligência emocional intercultural precisa ser conduzida com cautela

Por Gabriella Uota 3 de Março de 2026 👁️ 0 visualizações 💬 0 comentários
Por que a inteligência emocional intercultural precisa ser conduzida com cautela

A emoção que muitos líderes buscam provocar em equipes, campanhas e experiências — aquele sentimento de “uau”, de deslumbramento diante de algo grandioso — pode não funcionar da mesma forma em todos os contextos culturais.

Estudo com base em pesquisas conduzidas por Craig L. Anderson, professor da HEC Paris Business School, em parceria com pesquisadores de diferentes instituições internacionais, mostra que o sentimento de awe é percebido de maneira diferente nos Estados Unidos e na China. As informações foram retiradas de The Conversation.

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O que é ‘awe’ — e por que ele importa

Psicólogos como Dacher Keltner e Jonathan Haidt definem awe como “a sensação de estar diante de algo vasto que transcende sua compreensão atual do mundo”.

Nos EUA, essa emoção é associada a benefícios como maior bem-estar, aumento do comportamento pró-social, curiosidade, humildade e até redução de sintomas de estresse pós-traumático.

Não por acaso, empresas usam essa emoção em campanhas, eventos imersivos, experiências de marca e treinamentos de liderança. O intuito é provocar encantamento gera conexão.

Mesma emoção, reações diferentes

Os pesquisadores analisaram mais de 2.500 registros em diários emocionais de 166 estudantes universitários na China e nos Estados Unidos, ao longo de duas semanas. O padrão chamou atenção:

A diferença não apareceu quando a emoção analisada era alegria — apenas quando se tratava de awe.

Em um segundo experimento, participantes dos dois países assistiram ao mesmo vídeo da série Planet Earth, com cachoeiras gigantes e paisagens grandiosas. Ambos consideraram o vídeo impressionante. Mas:

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Ou seja, a cultura influencia não apenas a interpretação racional, mas a resposta fisiológica à emoção.

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